Por favor não me empurres de volta para ela. Deixa que o cérebro me fique por onde anda a minha pele. Quero os ímpetos do instante a gravitar por onde me têm bailado. E, sobretudo, não me deixes só, não me esqueças, nem desapareças. Como ela fez. Quando me inventou uma leveza que eu não queria e me vestiu com a indestrutível couraça das afeições eternas. Porque eu não quero ser à prova de bala. Só de carne e osso. Como convém a quem tem duas pernas. Como eu.
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