sexta-feira

Açaime

Eu sei porque não mais me chamas. Umas vezes esqueço-me que sei, outras – como agora – volto a lembrar-me que sempre soube. É porque sabes que, se chamares, te vou buscar com a boca e tu sabes que, entretanto, te caiu a pele e já não há por onde te possa morder.

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