Têm que ser sós os que têm coisas a fazer. Primeiro porque não se podem distrair, depois porque não se sabem dividir. Não exactamente por esta ordem de razões, embora venha a dar no mesmo. Aquilo que gostei e precisei de ti é a justa medida do que me pesarias hoje. É por isso que, nos tempos que correm, não me resta alternativa se não largar-te no chão onde ficaste e continuar a passar por ti sem te pegar. Nunca saberia tomar-te como um farto.
sexta-feira
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)


Sem comentários:
Enviar um comentário